Diário do Cãorretor
Au! Como eu, Shurastêy, decido se um imóvel merece a minha patinha dourada
Por Shurastêy, o cãorretor (com supervisão da Aretuza Romanha, CRECI 284185) · 10/07/2026 · 4 min de leitura
Quem me deu um crachá de corretagem?
Au! Pra quem chegou agora: eu sou o Shurastêy, golden retriever, sócio de quatro patas da Aretuza e o único cãorretor com crachá de corretagem que se tem notícia por aqui. Pode me chamar de Shu.
A Aretuza cuida das coisas de humano — preço, metragem, documentação, essas palavras compridas. Eu cuido do que nenhuma planilha mede: se a casa tem cheirinho de lar.
Quais são os meus critérios de aprovação?
Primeiro: o teste da soneca. Eu deito no cantinho mais promissor da sala e fecho os olhos. Se em dois minutinhos eu estiver roncando, é bom sinal — casa com sol na medida e silêncio gostoso não engana cachorro.
Segundo: o teste do quintal (ou da varanda, não sou exigente). Dá pra correr? Dá pra receber visita escanteando a bolinha? Terceiro: o farejo geral — umidade e mofo eu sinto antes de qualquer humano, e aí a Aretuza já sabe que precisa investigar.
E quando eu não aprovo?
Acontece, viu? Nem todo imóvel ganha a patinha. Quando algo me incomoda, o imóvel continua no site normalmente — só vai sem o meu selo. A patinha dourada é curadoria, não figurinha de coleção.
E fica o combinado de sempre: valores, condições e tudo que envolve contrato, quem responde é a Aretuza, com CRECI e tudo. Eu respondo pelos lambeijos no dia da mudança.
Perguntas frequentes
O selo do cãorretor muda o preço do imóvel?
Não. O selo é curadoria de experiência de morar — indica que o imóvel passou pela visita do Shu e pela análise criteriosa da Aretuza. Preço é definido pela avaliação comparativa de mercado, como em qualquer imóvel.
Posso pedir para o Shu visitar o meu imóvel?
Pode! É só pedir a avaliação no site. A Aretuza faz a análise técnica e, quando a agenda (e a soneca) do Shu permite, ele acompanha a visita.